sábado, 30 de abril de 2011

A Menina da Cabeça de Bola - Quadro 4


Essa semana tem mais da "Menina da Cabeça de Bola", ajudem-nos a divulgá-la.
Até mais!!!!

Sigam também:



sábado, 9 de abril de 2011

Menina da Cabeça de Bola - Quadro 3

Cada vez mais doloroso, como se deve ser.
Se não há dor não há sentido.

Divirtam-se, crianças.

sexta-feira, 1 de abril de 2011

sexta-feira, 25 de março de 2011

Quadro 1 da Menina da Cabeça de Bola

Há coisas que não precisam ser explicadas, creio que esta seja uma delas.
Mas se mesmo assim precisar de ajuda:
ou

A Menina da Cabeça de Bola

Contrariando as expectativas de que somente a beleza deve ser respeitada e apreciada na sociedade contemporânea, aqui vai uma prova do que três mentes diferentes com pontos de vista em comum podem criar.
Sensibilize-se com as crônicas cruéis e reais sobre esta menina diferente de todos.

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

madrugada

"Já não sei dizer se ainda sei sentir
O meu coração já não me pertence
Já não quer mais me obedecer
Parece agora estar tão cansado quanto eu"
Mauricio - Legião Urbana

Às vezes é complicada essa solidão a dois. É muito foda. Dói. Machuca. Machuca ao ponto de pedir arrego. Gritar. Sair correndo no meio da noite sem olhar para trás. Sem querer saber o que deixou para trás. Há noites, como a de hoje, que eu quase morro de vontade de sumir. De me tele transportar para qualquer lugar que não esse que não hoje. Nem Chico rolando no rádio ameniza. Há dias em que nada ameniza coisa alguma. A vontade de gritar só aumenta e o desespero aflora.

Solidão a dois a flor da pele.

Enquanto ouço o sono pesado do meu lado. Não acorda por nada. "Não me acorde por nada": só falta dizer. Meu choro quase inunda o quarto; posso imaginar o colchão flutuando em lagrimas sem que ela se mexa. Ta um calor insuportável em São Paulo, um calor transbordante. Mas a frieza, nessa hora, sempre ganha espaço, então eu só faço calar. Só faço recuar. E recuando eu vou sumindo até me perder. Até perdê-la. Até nos perdermos e fim.

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

fail

percorri vários lugares;

vasculhei as entrelinhas;

rabisquei frases riscadas só pra tentar te encontrar.

Se você soubesse o quanto procurei seus olhos pela noite, se soubesse quantas noites procurei o seu olhar. Talvez você voltasse...

e voltaria de bom grado. sem choro, sem suspiro, sem poemas gritados ao vento.

e se assim fosse talvez não tivesse partido, levando pra longe tudo aquilo que era meu, me privando de você.

Passo noites em claro, clareando as idéias - malditas idéias - que não somem, não desgastam.

e nessa angustia infinda, desbotei meus sentimento procurando a cor do amor.

terça-feira, 26 de outubro de 2010

(...)

You're the only thing that I love
It scares me more every day

You're the only thing that I love
It scares me more every day

You're the only thing that I love
It scares me more every day

You're the only thing that I love
It scares me more every day

You're the only thing that I love
It scares me more every day


You're the only thing that I love
It scares me more every day

You're the only thing that I love
It scares me more every day

You're the only thing that I love
It scares me more every day

You're the only thing that I love
It scares me more every day

You're the only thing that I love
It scares me more every day

(...)

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

ela é minha comédia romântica

nos estreitos becos da vida a gente acaba encontrando aquilo que sempre quisemos, mas nunca procuramos. também encontramos o que sempre procuramos, mas de fato nunca quisemos.
ontem eu fumei meu ultimo cigarro. até o ultimo trago. até sentir a lingua queimar... é preciso se deixar queimar às vezes, deixar arder. é bom.
eu queria poder dizer que quando eu fecho os olhos é numa só pessoa que eu penso, mas não posso. só sei que é por ela que eles se fecham todas as noites e se abrem todas as manhãs. será o bastante? será o suficiente? talvez seja pouco: eu digo. às vezes sinto que é tudo tão pouco, tão ralo e tão vasto ao mesmo tempo. mas não me desespero, ou pelo menos tento não me desesperar. a vida contradiz friamente tudo o que eu escrevo. o amor romantico é tão lindo no papel. mas ele é complicado e dá medo. quando amamos nos transformamos em verdadeiros covardes. mas que se acovardar seja o melhor destino então...
queria mesmo dizer que quando fecho os olhos só penso numa pessoa. não posso. mas, sem duvidas, ela é a unica que me faz arder de ponta a ponta.

terça-feira, 21 de setembro de 2010

...

o ultimo beijo sempre vai ter gosto de ultimo beijo.
aquele gostinho amargo de saudade, sabe? eu sei...